Atitude diante da Vida

Atitude diante da Vida

Atitude faz toda a diferença       

Já comentei outras vezes que gosto muito de assistir filme, especialmente, filmes baseados em fatos reais.

Pois bem, assisti recentemente ao filme “Andar, Montar, Rodeo” que conta a luta incessante de uma americana campeã de rodeo, paralisada em função de um acidente automobilístico, para voltar a executar essas três ações. O filme é lindo e no final ela diz uma frase que me chamou muito atenção: “…atitude é uma pequena coisa que faz uma grande diferença… Eu percebi que não posso ter controle sobre tudo o que acontece em minha vida… mas quando eu acordo eu tenho que decidir minha atitude…”

Em minha convivência diária com pessoas mais velhas percebo a veracidade dessa frase. Tudo está relacionado à atitude que a pessoa tem a partir do momento que acorda; a atitude que a pessoa tem diante do fato de não ter controle sobre tudo; mais que isso, percebo que o envelhecimento está diretamente relacionado à atitude diante da vida.

Pessoas que decidem ver o lado bom da vida, escolhem ter uma atitude de enfrentamento diante dos problemas, optam por olhar para frente, através do otimismo e da simpatia mesmo vivenciando problemas (e olha que conheço mulheres que mesmo com problemas muito sérios e pesados sorriem para a vida…).

Essas pessoas não adotam uma atitude de vítimas diante dos problemas, não ficam lamentando os acontecimentos e nem repetindo reclamações diante de fatos imutáveis, elas simplesmente caminham para frente e agradecem o momento presente.

Em função dessa atitude se tornam pessoas agradáveis, que mostram sabedoria para os que estão ao seu redor; naturalmente acabam fortalecendo dois dos pontos mais importantes para um envelhecimento bem sucedido: aceitação e cultivo de amizades.

 

Em contrapartida, pessoas que estão no oposto a isso: adotam uma atitude de sempre olhar para trás, se colocando como vítimas; lamentando constantemente os acontecimentos da vida, repetindo os problemas para todos ao redor, são pessoas que acabam dificultando o convívio (afinal quem é que gosta de ficar ouvindo reclamações?) e não possibilitando a resiliência (capacidade de enfrentar e se recuperar de problemas). Pessoas assim tendem a ter um temperamento melancólico o que as torna mais vulneráveis à depressão e mais sensíveis a percepção de dores.

`           Infelizmente, não podemos ter controle sobre tudo (acredito que os fatos de nossa vida estejam relacionados à nossa jornada rumo à evolução), mas podemos decidir a atitude que teremos à partir de uma dada situação e, é essa atitude que determinará os fatos seguintes.

Finalizo o texto de hoje com a frase de Amy Tan (de acordo com o site o pensador)  “se você não pode mudar seu destino, mude sua atitude”

Até a próxima,

Namastê!  

Ms. Alessandra Cerri;

sócia-diretora do centro de longevidade e atualização de Piracicaba (CLAP) 

   

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